
11
agosto
19h
na Casa da Mãe
R. Guedes Cabral, 81 - Rio Vermelho
A cultura também
reproduz o machismo
A cultura costuma ser apresentada como um espaço de criatividade, diversidade e transformação social. Mas basta olhar para quem ocupa os cargos de direção, quem acessa os maiores financiamentos, quem lidera instituições culturais ou quem recebe os maiores cachês para perceber que a igualdade ainda está distante.
Embora as mulheres sejam maioria em diversas áreas da produção cultural, continuam enfrentando obstáculos que atravessam toda a cadeia produtiva: menor remuneração, menor presença em espaços de decisão, sobrecarga de trabalho, assédio e dificuldades para acessar oportunidades em condições de igualdade.
Discutir cultura também é discutir as relações de poder que existem dentro dela.
PROGRAMAÇÃO
POR QUE A CULTURA
AINDA É MACHISTA?
Uma conversa sobre os dados, as estruturas e as desigualdades que atravessam o setor cultural. Vamos discutir quem ocupa os espaços de poder, como o machismo impacta a trajetória das mulheres e o que as pesquisas revelam sobre essa realidade.
COMO TRANSFORMAR
ESSA REALIDADE?
Quais políticas públicas, práticas institucionais e mudanças culturais podem tornar o setor mais igualitário? Um debate sobre caminhos para ampliar a presença das mulheres na liderança, fortalecer direitos e construir ambientes mais seguros e democráticos.
Por que participar?
Igualdade também se constrói nas políticas culturais.
Mulheres precisam ocupar, também, os espaços de poder.
Uma cultura democrática começa com oportunidades iguais.
Participações confirmadas

Januário
Mourão
Sexólogo, Psicanalista,
PhD em Anatomia Humana, à frente do projeto Antimachista Social Club.

Maria
Mariguela
Pré-candidata a Deputada Federal da Bahia pelo Partido das Trabalhadoras e Trabalhadores (PT). Maria é atriz, mãe, feminista, gestora e ativista da cultura. Primeira presidenta nordestina da Fundação Nacional de Artes - Funarte.

Daniele
Canedo
Capoeirista, gestora cultural e docente do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Desde 2015, atua como pesquisadora e coordenadora do Observatório da Economia Criativa da Bahia (OBEC).

Irá
Carvalho
Produtora cultural e fundadora da Íris Produções. Com mais de quatro décadas de atuação, consolidou uma das trajetórias mais importantes do entretenimento baiano, realizando shows e projetos que marcaram a cena cultural e musical do estado.
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