Todos nós aprendemos o machismo.
Poucos de nós aprendemos a desaprendê-lo. Crescemos ouvindo que homem não chora, resolve tudo sozinho, precisa ser forte o tempo inteiro, que demonstrar afeto é sinal de fraqueza. Que cuidar da casa não é obrigação, que violência pode ser educadora.
Essas ideias não nasceram conosco, nós as aprendemos. Mas, isso não significa que precisamos continuar vivendo por elas. O Machistas Anônimos nasce da convicção de que transformar a sociedade também exige transformar os homens. E nenhuma transformação acontece sozinho.

O QUE É?
Um grupo de conversa para homens. Um encontro mensal onde homens podem falar sobre suas experiências, reconhecer comportamentos machistas, compartilhar dúvidas e construir novas formas de viver suas relações.
Sem exposição.
Sem constrangimento.
Sem competição.
Com escuta.
Com respeito.
Com responsabilidade.
Mudar começa quando conseguimos falar honestamente sobre aquilo que somos.
Nossos compromissos
Este é um espaço onde...
tudo o que é compartilhado permanece no grupo.
ninguém é ridicularizado por admitir seus erros.
responsabilidade é mais importante do que culpa.
escutar é tão importante quanto falar.
ninguém ensina sozinho. Todos aprendem juntos.
COMO FUNCIONA
Um encontro por mês. Toda primeira segunda-feira
Das 19h30 às 21h
a definir
Cada encontro propõe uma conversa sobre temas ligados às masculinidades, relações afetivas, paternidade, violência, sexualidade, saúde emocional, privilégios, racismo, trabalho, cuidado e responsabilidade. Os encontros acontecem em grupo, sempre preservando o respeito e a confidencialidade entre os participantes.

JANUÁRIO
MOURÃO
Sexólogo, Psicanalista,
PhD em Anatomia Humana, à frente do projeto Antimachista Social Club.
Uma das vozes que tensionam, com coragem e responsabilidade, os debates sobre masculinidades, sexualidade e transformação social. A partir de sua trajetória como educador e sexólogo, construiu um olhar crítico sobre como o machismo atravessa corpos, relações e formas de existir.
Para o antimachismo não é um ponto de chegada, mas um exercício contínuo de consciência, responsabilidade e mudança.
Não é preciso saber tudo.
Só é preciso estar disposto a conversar.
INSCREVA-SE
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